Esse Blog foi elaborado com o objetivo de trocar experiências e reflexões sobre Inclusão, Diversidade, Identidade e Diferença.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Conheça o Vídeo Colegas
Conheça a história de Ariel - protagonista do filme Colegas que possui Síndrome de Down. Ele fez uma campanha para convidar seu ator favorito:
sábado, 8 de dezembro de 2012
Piso tátil garante segurança e acessibilidade para pessoas com deficiência visual
Textura e cor diferentes no piso ajudam a direcionar o caminho e alertar para obstáculos
O piso tátil ou ladrilho tátil
é um grande aliado das pessoas com deficiência visual e baixa visão.
Ele é um dos recursos utilizados para garantir total acessibildade nos
trajetos em ruas, estabelecimentos, residências e prédios públicos
ou privados. Seu uso é regulamentado pela Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT), especificamente pela NBR 9050.
A sinalização tátil no piso pode ser de dois tipos: de alerta ou direcional. As duas devem ser de cores contrastantes com a do piso, podendo ser sobrepostas ou integradas ao já existente.
João Alves Cunha, proprietário da Máquinas Siluejo,
que fabrica pisos táteis (R$ 4 a peça), explica que a sinalização de
alerta, conhecida pelo formato de "bolinhas", tem como função alertar a
pessoa com deficiência de que, à frente, há algum obstáculo, uma escada,
uma rampa, a porta de um elevador, o rebaixamento de uma calçada ou um
desnível, como uma plataforma de embarque e desembarque.
Já a sinalização direcional, que tem linhas verticais, serve para orientar o trajeto e deve ser usada em áreas de circulação. A aplicação deve indicar o caminho a ser percorrido, funcionando como uma trilha.
Relativamente novo no país (a NBR 9050, que apresentou o produto, foi elaborada em 2004), o piso tátil ainda não é encontrado na maioria dos espaços urbanos brasileiros, mas é fundamental para oferecer segurança e autonomia às pessoas.
A sinalização tátil no piso pode ser de dois tipos: de alerta ou direcional. As duas devem ser de cores contrastantes com a do piso, podendo ser sobrepostas ou integradas ao já existente.
Já a sinalização direcional, que tem linhas verticais, serve para orientar o trajeto e deve ser usada em áreas de circulação. A aplicação deve indicar o caminho a ser percorrido, funcionando como uma trilha.
Relativamente novo no país (a NBR 9050, que apresentou o produto, foi elaborada em 2004), o piso tátil ainda não é encontrado na maioria dos espaços urbanos brasileiros, mas é fundamental para oferecer segurança e autonomia às pessoas.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Professora surda assume diretoria de escola pública em Fortaleza
Débora de Vasconcelos é diretora do Instituto dos Surdos, em Fortaleza. Segundo instituto, ela é a primeira diretora surda de escola pública do país. Fonte: G1
Com um sorriso que já é marca registrada entre alunos e professores,
Débora de Vasconcelos Souza Conrado ocupa a cadeira mais importante do
Instituto Cearense de Educação de Surdos, em Fortaleza. A cearense de 32
anos que nasceu surda por causa de complicações no parto é diretora da
escola de que foi aluna desde os cinco anos de idade.
No histórico escolar da diretora, está a prova da longa passagem pela
instituição e das boas notas da época de aluna. Débora é de Maranguape,
cidade serrana na Grande Fortaleza, e aprendeu a Língua Brasileira de
Sinais (Libras) na escola. "Foi uma escola muito importante da minha
vida porque aqui comecei a me desenvolver", lembra. Na faculdade de pedagogia e depois no curso de licenciatura em
Letras-Libras, a diretora se preparou e decidiu ensinar a outros alunos
surdos o que aprendeu. Débora de Vasconcelos deu aulas para estudantes
do ensino infantil, fundamental e médio, até chegar à coordenação da
escola. Durante toda a trajetória, foi conquistando alunos e professores
e, no mês de agosto passado, indicada para ser a primeira diretora
surda de escola pública do Brasil.
Os mais de 400 alunos do Instituto nunca se sentiram tão bem
contemplados. "Se a gente algum problema pessoal, nós conversamos com a
Débora e ela nos aconselha. É muito bom", diz a aluna Jaiane dos Santos.
Como se fosse dando uma lição, desta vez de superação e exemplo, os
colegas de trabalho sempre gostam de relembrar como a professora Débora
se transformou em um modelo de educadora. A coordenadora Deyane Lima
confirma: "Todos os alunos utilizam a Débora como modelo. Não só aqui
dos Instituto dos Surdos, mas de todo Brasil".
Entre os pais e mães dos alunos, a diretora Débora também inspira
confiança e exemplo de vida. Mesmo com tanto reconhecimento, ela não
gosta de lembrar dos obstáculos e preconceitos que enfrentou e prefere
pensar em tudo o que tem a ensinar a tantos alunos. "Quero repassar tudo
que eu tenho de bom para os jovens. Quero servir de modelo para todos.
Para eles verem como o surdo pode, como o surdo consegue".
http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/25159/professora-surda-assume-diretoria-de-escola-publica-em-fortaleza/
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Conheça a Síndrome de Asperger
Filme mostra características da doença que afeta 70 milhões de pessoas no mundo
Paula (à esquerda) e a filha Júlia Balducci ficaram satisfeitas com o resultado da filmagem
Vida — Como foi para você fazer parte deste trabalho?
Júlia — Foi maravilhoso! Tive a oportunidade de
aprender a me relacionar com os membros da equipe, me expor a situações
novas e aprender sobre técnicas específicas de filmagem, roteiro e
animação, além das sutilezas da profissão. Foi muito rica a experiência
como assistente de direção e atriz.
Vida — Você aprendeu mais sobre você mesma fazendo este filme?
Júlia — Pude entrar em contato com outros casos de
autismo e conhecer suas famílias. Tive contato com pessoas que passam
por algumas coisas pelas quais eu passo também e isso foi muito bom para
mim. Fiquei feliz em ver que esta experiência é o que realmente quero
para a minha profissão...trabalhar com cinema.
Vida — Qual o principal mito que as pessoas têm sobre o autismo?
Júlia — Que são pessoas que ficam em suas casas, que
não se relacionam com o mundo, que não têm sentimentos, que não
entendem piadas e são incapazes de entrar para o mercado de trabalho.
Para mim este filme é a oportunidade de demonstrar exatamente o
contrário. Assim como eu, uma pessoa que tem a Síndrome de Asperger (uma
das formas de autismo) pode estar no mercado de trabalho, sair de casa,
conviver e participar...interagindo com as pessoas, gostando delas e
amando o que faz, tais como: Steven Spielberg, Stanley Kulbrick e Alfred
Hitchock.
Vida — Você enfrenta algum tipo de preconceito por causa da desinformação das pessoas?
Júlia — Muitos. As pessoas tendem a ignorar o que eu
falo, o que eu penso, por não saberem lidar comigo. Elas não entendem
que posso vir a gostar delas, querer a presença delas, mas não
necessariamente irei querer beijá-las e abraçá-las.
Vida — Como o documentário ajuda a compreender os comportamentos de um autista?
Júlia — Conseguimos transmitir com esse
documentário, exatamente a maneira com que o médico Marcos Tomanik
Mercadante (in memorian) - compreendia o funcionamento do cérebro
autista. Ele pensava que cada indivíduo com autismo é diferente um do
outro, com comportamentos diferentes entre si. Por isso é importante
planejar uma intervenção específica para cada um. A família é muito
importante nesse processo e sem dúvida, ter tido um médico como ele e
uma família como a minha, sempre por perto, acreditando e investindo o
seu tempo em mim foi, é e sempre será muito importante para o meu
desenvolvimento.
sábado, 24 de novembro de 2012
Informática na Educação
Seminário incentiva uso da tecnologia na rede municipal de ensino
Evento promovido pela Smed valoriza experiências das escolas
A secretária da Educação, Arary Ferreira Becker, participou da cerimônia de abertura do seminário e destacou a importância da participação de todos. A secretária qualificou como sendo especial o grupo presente, interessado pela busca de informação para o seu trabalho em sala de aula. Também presente na cerimônia, Maria Janice Dalpias Reschke, coordenadora de pesquisa e extensão, da Ulbra, destacou que a universidade segue com o propósito de ser parceira nas iniciativas voltadas à formação dos educadores.
Para a coordenadora do NTM, Jaqueline Uliano Haubert, a capacitação dos professores é de fundamental importância, e a socialização das práticas pedagógicas ajuda a fomentar o uso de diversos recursos no dia a dia da escola. Ela enfatiza que as tecnologias de informação e de comunicação têm se apresentado não apenas como uma ferramenta de auxílio no desenvolvimento de tarefas, mas sim como uma tendência mundial. Por isso, reforça que as inovações tecnológicas e suas inúmeras possibilidades são instrumentos que devem ser utilizados na área educacional.
“A escola precisa acompanhar o desenvolvimento da sociedade, percebendo que a relação entre ambas é algo fundamental no contexto do processo ensino-aprendizagem”, enfatiza a coordenadora do NTM. Além de Jaqueline, a equipe do setor é formada pela multiplicadora Graziane Arruda e pelos técnicos Isaias Kingeski e Gabriel Gomes. De acordo com a coordenadora, nestes três anos de existência, o núcleo já mobilizou quase dois mil educadores em cursos na SMED e nas oficinas pedagógicas nas escolas.
Motivação
A palestra “Aprendendo e ensinando com o uso de tecnologias de comunicação e informação”, proferida por Ana Cecília Togni, evidenciou a importância da motivação no processo de ensino aprendizagem. Conceituando o atual momento como sendo o de uma “revolução tecnológica”, a doutora em Informática na Educação atua no Centro Universitário Univates, em Lajeado, como professora de disciplinas da área de Matemática em Cursos de Graduação e Pós-Graduação. Diante das constantes mudanças tecnológicas, a palestrante citou que a educação não poderia deixar de se inserir nesse processo e proporcionar o emprego das ferramentas nas práticas de ensino. Para tanto, considera a motivação como fator preponderante.
Logotipo
A escolha de um logotipo para o NTM foi uma das atividades do dia. Expostos no saguão de acesso ao auditório, 50 trabalhos de alunos concorreram através de uma votação secreta entre os participantes do seminário. Estes trabalhos resultaram de uma pré-seleção e teve concorrendo alunos das escolas Adriano Ortiz Corrêa, Alberto Pasqualini, Amélia Schemes, João Paulo II e São Francisco de Assis. O Seminário foi concluído com o anúncio do logo vencedor. O trabalho escolhido foi da aluna Bruna Wronski, da Turma 81-Manhã, da Escola Adriano Adriano Ortiz Corrêa.
Secretaria Municipal de Educação
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